ago 08 2017

Novidades no acervo da Biblioteca – n. 05/2017

Cálcio e vitamina D – Fisiologia, nutrição e doenças associadas

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Voltado para estudantes de graduação e pós-graduação e profissionais de diversas áreas da saúde, o livro foca nas descobertas mais recentes sobre a absorção, deficiência, suplementação e fisiologia do cálcio e da vitamina D no organismo humano. Organizado pelas professoras Ligia A. Martini e Bárbara S. E. Peters, da Faculdade de Saúde Pública, a obra destaca o crescente interesse científico sobre os dois compostos, fundamentais desde a vida uterina e importante auxiliar na prevenção de diversas doenças.

O livro reúne 16 artigos, distribuídos em três partes. Na primeira parte, os autores apresentam os aspectos fisiológicos, metabólicos e genéticos relacionados aos dois compostos. As condições clínicas específicas do cálcio e da vitamina D são debatidos na segunda parte. Na última parte, ingestão e suplementação. A obra apresenta os avanços metodológicos e inovações tecnológicas que permitiram identificar novas funções dos dois compostos, para além da já conhecida formação e manutenção da massa óssea durante a vida.

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Se preferir, veja os novos livros incorporados ao acervo em exposição no térreo da Biblioteca, de 01 a 31/08/2017.

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ago 02 2017

Guia de Apresentação de Teses da FSP/USP – versão PDF e ePUB

Teses e dissertações são importantes fontes de informação especializada que requerem boa elaboração e normalização para serem aceitas no meio acadêmico. Para auxiliar os alunos da Faculdade de Saúde Pública nesta importante tarefa, este guia fornece orientação sobre como apresentá-las: estruturação do texto, apresentação de tabelas, quadros e figuras, citação e normalização de referências bibliográficas, nos formatos Vancouver e ABNT, além de um capítulo sobre divulgação da tese.

Guia oficial para apresentação de dissertações e teses da FSP/USP com a aprovação da Comissão de Pós-Graduação desta Faculdade, foi editado pela Biblioteca/CIR sob a responsabilidade das Professoras Angela Maria Belloni Cuenca, Maria Teresinha Dias de Andrade, Daisy Pires Noronha, Cássia Maria Buchalla e dos bibliotecários Maria Lúcia Evangelista de Faria Ferraz e José Estorniolo Filho.

O “Guia de Apresentação de Teses” está disponível na forma on-line e agora também na versão PDF e ePUB em http://www.biblioteca.fsp.usp.br/guia/.

O Portal de Livros Abertos da USP também disponibiliza a versão PDF do Guia.

 

 

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jul 28 2017

Bases EBSCO – fontes de informação em saúde: medicina, enfermagem, nutrição, saúde pública, saúde bucal etc.

O objetivo desta apresentação é apresentar bases de dados científicas EBSCO, disponibilizadas através do portal CAPES, entre elas Dentistry and Oral Sciences Souce, FSTA e MEDLINE Complete, SocIndex, SPORTDiscus e CINAHL.

Data: 22/08/2017
Horário: das 10h às 12h
Local: Anfiteatro Paula Souza – Faculdade de Saúde Pública da USP (Av. Dr. Arnaldo, 715 – Cerqueira César – Próximo ao Metrô Clínicas – São Paulo)

Inscrições: https://www.doity.com.br/base-de-dados-ebsco-20170822

Instrutora
Carolina Fraga, bibliotecária formada pela Universidade de Brasília, com pós-graduação em Gestão do Relacionamento com o Cliente e especialista sênior em treinamento da EBSCO Information Services.

Agenda
1) Revisão da interface EBSCOhost

2) Pesquisa científica

Como montar estratégia de pesquisa
Pesquisa básica
Pesquisa avançada

3) Funcionalidades da plataforma

Exportação para gestores bibliográficos
Referência ABNT
Impressão

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jul 12 2017

Figshare: repositório científico facilita armazenamento, preservação e compartilhamento de dados de pesquisa

Criado em 2011, o Figshare (https://figshare.com/) é um repositório científico on-line, aberto e gratuito, que permite aos investigadores acadêmicos preservar e compartilhar todos os dados e resultados gerados em pesquisa, de documentos (planilhas, diários, questionários e transcrições) a material multimídia (áudio, vídeo, fotografias, filmes) e procedimentos operacionais, padrões e protocolos. Trata-se fundamentalmente de um repositório que permite aos usuários disponibilizar todos os produtos e subprodutos de suas investigações, de uma maneira que estes sejam facilmente encontráveis, citáveis, compartilháveis e reconhecíveis, aumentando assim a sua visibilidade.

Para usar o Figshare basta o pesquisador criar um perfil na plataforma, que é gratuito. A cada conjunto de dados de pesquisa adicionados o próprio aplicativo atribui automaticamente um número DOI e uma referência bibliográfica. Além disso, é importante destacar, o Figshare permite a publicação de dados negativos da investigação científica.

Dividido em 20 áreas temáticas e espaços colaborativos, sob o conceito de computação em nuvem a ferramenta permite o compartilhamento dos dados, facilitando sua localização, citação e distribuição em blogs e redes sociais. Permite ainda o armazenamento de todo tipo de material dados de forma privada, para o que o usuário dispõe de um limite de 1 GB, enquanto o espaço destinado ao conteúdo público é ilimitado.

O Figshare também proporciona licenças Creative Commons CC-BY (para as figuras, material audiovisual, pôsteres, papers e grupos de arquivos) e CC0 (para bases de dados), além de gerenciar documentos QR de todo o material e outros mecanismos de integração e difusão nas principais redes sociais e gestores de referências. Essa característica facilita a indexação do conteúdo nos principais sistemas de buscas e bases de dados e, ao mesmo tempo, proporciona estatísticas sobre a visualização do documento, incluindo o número de citações, na web ou outros meios. Uma vez que é levado em conta pelas principais ferramentas altimétricas, entre as quais Almetrics.com, ImpactStory e Plum, o Figshare tem sido bastante útil na medição do impacto social da investigação, em associação com outras plataformas, como a F1000 Research, PLOS ONE, Taylor & Francis e IOP Publishing.

Com mais de 1,5 milhões de dados e objetos públicos, o repositório foi desenvolvido pela Macmillan Publishers, operando, desde 2013, em colaboração com a PLOS e a ImpactStory, que dá suporte à coleta de dados altimétricos. A conta gratuita proporciona 1GB de espaço privado e 1 espaço colaborativo para até 5 colaboradores. Recursos adicionais podem ser comprados pelo pesquisador.

É importante lembrar que, desde 2014, algumas das principais publicações científicas passaram a exigir que os dados da pesquisa que embasam os artigos científicos devem ser facilmente acessíveis, citados e referenciados. Como observa a pesquisadora Elisabeth Dudziak (link: http://www.sibi.usp.br/noticias/dados-materiais-metodos-revistas-exigem-dados-pesquisa-estejam-disponiveis/), o repositório Figshare é indicado pela Editora Wiley para disponibilização de dados de pesquisa.

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jun 07 2017

Novidades no acervo da Biblioteca – n. 04/2017

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Holocausto brasileiro

 

Com o subtítulo Genocídio: 60 mil mortos no maior hospício do Brasil, o livro-reportagem escrito pela jornalista Daniela Arbex conta a história do hospício Colônia, a maior instituição manicomial do país, instalado em Barbacena, interior mineiro. Na unidade, fundada em 12 de outubro de 1903 e que funcionou como manicômio, fechado até meados dos anos 1980, o Estado cometeu o que a autora classifica como genocídio sistemático, com a conivência médicos e funcionários públicos e a omissão da sociedade.

Arbex contabiliza na obra um número macabro: pelo menos 60 mil pessoas mortas nas dependências do hospício, a maioria internada à força e sem diagnóstico de doença mental. Segundo a autora, 70% dos pacientes não tinham diagnóstico de doença mental, sendo apenas tímidos, portadores de epilepsia, alcoólatras, homossexuais ou desafetos de alguém com maior status social e poder. O genocídio teve, ainda, um forte recorte de gênero, dado que muitas das internas eram prostitutas, meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que seus maridos pudessem viver com as amantes e filhas de fazendeiros que haviam perdido a virgindade antes do casamento. Entre os mortos, ao menos 33 crianças.

Ao chegar ao hospício, os pacientes tinham a cabeça raspada, as roupas arrancadas e seus nomes descartados pelos funcionários. Arbex conta que os internos às vezes comiam ratos, bebiam urina ou água de esgoto, dormiam ao relento, eram espancados e violados. Muitas mortes decorreram de frio, fome e doença, mas outras foram provocadas pelos tratamentos à base de eletrochoque. As mortes geravam lucro à instituição: entre 1969 e 1980, o manicômio vendeu 1.853 corpos de pacientes para 17 faculdades de medicina de todo o país. Quando esse mercado mingou, a direção do manicômio passou a decompor os corpos em ácido – no pátio do Colônia e diante dos pacientes – para comercialização de suas ossadas.

O livro traz, ainda, um impressionante registo fotográfico, que inclui as imagens do horror feitas pelo fotógrafo Luiz Alfredo, no início dos anos 1960, para a revista O Cruzeiro.

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Se preferir, veja os novos livros incorporados ao acervo em exposição no térreo da Biblioteca, de 05/06 a 31/07/2017.

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jun 06 2017

Biblioteca participa de roda de conversa com estudantes de especialização

O Curso de Especialização em Saúde Pública (CESP 2017-18) promoveu o segundo encontro presencial com os estudantes. A Biblioteca participou do evento com os bibliotecários Maria do Carmo A. Alvarez e José Estorniolo Filho, responsáveis pela disciplina Acesso e Uso da Informação em Saúde Pública.

O Encontro ocorreu no dia 25 de maio pela manhã e contou também com a presença dos coordenadores do curso, Prof. Dr. Paulo Capel Narvai e Prof. Dr. Celso Zilbovicius, e professores das demais disciplinas encerradas no período.

Foram esclarecidas dúvidas em relação ao conteúdo das disciplinas e houve troca de ideias e aprofundamento dos temas.

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